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CARDO PEIXOTO - Um compositor no sul do Brasil!

Nasci na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, dois meses após o golpe militar de 1964. Pelotas é uma cidade de 350 mil habitantes, temperatura amena pra fria, como quase todo o meu estado, mas é úmida como só ela pode ser. Falo de minha cidade porque acredito que, entre outros fatores, o modo de vida de minha gente e do meu lugar ajudou a moldar o meu trabalho musical e a minha própria vida. Pelotas tem uma história cultural muito forte e uma movimentação de casas noturnas baseada em música ao vivo.

Retornando um pouco no tempo, posso dizer que, mesmo não tendo músicos na família, relacionei-me com a arte desde os bancos escolares, participando de grupos de teatro e corais das escolas por onde passei. Minha relação com a composição musical é anterior ao meu convívio com instrumentos e essa é uma história da qual tenho muito orgulho. Eu compunha músicas cantarolando melodias e inventando letras e foi assim que eu apresentei uma canção chamada Natureza a um amigo. O amigo Berbel, que hoje é percussionista e atua

no Rio de Janeiro, encarregou-se da harmonização e fomos defender a canção num pequeno festival promovido pela APAE, chamado Noite do Violão. Conquistamos o 1º lugar. O prêmio era um violão Gianini modelo Trovador e uma bicicleta Monark. Meu sonho se realizara, deixei a bicicleta pra ele e fui com meu violão pra casa. Eu já tinha 17 anos e, com meu trabalho, ganhava meu primeiro instrumento.

Estudei canto lírico por 4 anos no Conservatório de Música de Pelotas, mas não tive paciência para o estudo de violão. Caí nos bares e fiz minha própria escola. Depois de muitos anos fazendo cover, em 1993 montei o show “Sob as luzes de neon”, o primeiro autoral. Vieram, então, o show Sândalo, em 1996 e Cada um, em 1997, este em parceria com o compositor Sidney Bretanha. Em 2000, dei início ao projeto do CD Rota da Estrela, gravado ao vivo, naquele mesmo ano, mas que só foi prensado e lançado em 2002. O trabalho me decepcionou um pouco por que, sem uma estrutura de produção, não conseguimos dar andamento ao projeto que acabou reduzido ao disco.

Em 2003, descobri os festivais de MPB no interior de São Paulo e Minas Gerais, o que me proporcionou uma nova e ampla visão acerca da minha produção musical. Resolvi estudar a fundo o mercado independente e a produção musical. Em 2006 arrisco a produção do CD Um canto pá ‘ocê, da cantora pelotense Giamarê, lançado em novembro daquele ano. Em 2007 aprovamos, no edital da Caixa Econômica Federal, apresentações em Salvador (aconteceu dia 4 de maio) e Rio de Janeiro (acontecerá no mês de julho).

Ainda em 2007 participo do projeto Canções de a®mar e desa®mar, juntamente com o poeta Martim César e o compositor Ricardo Fragoso, CD lançado no mês de maio.

Com intenção de ampliar o mercado, tenho apresentado minhas músicas a novos intérpretes de MPB. Ao mesmo tempo, estou em pré-produção de Batuque sem trégua, CD previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano. Junto com este CD estarei lançando a empresa OMNE – Cultural e Fonográfica, selo destinado a produção e distribuição de música independente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mpb em geral, com destaque pra Milton Nascimento, Lô Borges, Gilberto Gil, Luiz Melodia, João Bosco, Djavan, Os Gaúchos Nei Lisboa, Bebeto Alves E Totonho Villeroy.

 

 

Meus amigos myspace, ouço direto.

 

Os Eruditos Bach E Vivaldi, não canso nunca.

 

MANHÃ

 

Autoria: Cardo Peixoto
Interpretação: Cardo Peixoto

 

QUASE MORRO DE SAUDADE

Autoria: Cardo Peixoto / Martim César
Interpretação: Cardo Peixoto

 

REENCONTRO

Autoria: Cardo Peixoto / Marcos Ronaldo
Interpretação: Cardo Peixoto

 

 

O PRANTO E A FLOR

Autoria: Cardo Peixoto
Interpretação: Giamarê

 

PRA NÃO PEDIR DESCULPAS

Autoria: Cardo Peixoto
Interpretação: Cardo Peixoto / Banda Sucata Pop

 

 

 

 

Tel. (53) 3227-2142 - 9108-2531
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