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O cantor João Pinheiro lançou o primeiro CD "Brasilidad" no Teatro Rival/RJ, ao lado da madrinha Beth Carvalho e da poetisa Elisa Lucinda.

A revista Veja Rio indicou o show e o CD: "o trabalho de JP é uma boa nova para quem gosta de MPB".

Em 2002 divulgou seu trabalho em Roma e Paris, onde o promoveu nas Galeries Lafayette em um evento sobre arte latino-americana.

Em 2003 foi convidado pelo compositor Sérgio Natureza para cantar no projeto Prêt-à-Porter.

Em 2005 fez um espetáculo ao lado de Luanda Cozetti chamado "João Pinheiro & Luanda Cozetti cantam Chico & Bethânia", uma releitura do histórico encontro ocorrido entre Chico e Bethânia no Canecão, em 1975.

Apresentou-se, também, no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo e no

Parque das Ruínas e participou da comemoração dos 100 Anos de Ary Barroso no SESC
Flamengo com Elza Soares, Eduardo Dusek e Sérgio Cabral.

Abriu shows de Ithamara Koorax, Baby do Brasil, Belchior, Xangai e Zezé Motta, além dos projetos Humaitá Pra Peixe e Novo Canto, com Jards Macalé. No Mistura Fina/RJ cantou acompanhado pelo violonista César Faria, pai de Paulinho da Viola e integrante do Época de Ouro.

Atualmente divulga seu novo e elogiado CD "João canta Sade" (www.saladesom.com.br), onde interpreta, em ritmos latinos como o samba, xote, afoxé, ciranda e tango, 10 hits da cantora anglo-nigeriana Sade Adu como "Smooth Operator" e "The Seweetest Taboo".

Sucesso de público e crítica, realizará duas mini temporadas no Rio e em São Paulo no mês de junho.

Crítica O Globo por Antonio Carlos Miguel "Em João canta Sade, o cantor traz o pop suave da cantora anglo-nigeriana Sade Adu para ritmos brasileiros como samba, xote, ciranda e afoxé... O disco flui bem."

Hildegard Angel (Jornal do Brasil) "... recém saído do forno pelo novo selo Sala de Som, do violonista e produtor André Agra... João levou-a ao Posto 9 para uma água de coco,

misturou xote, samba, afoxé cantados em inglês, e fez um disco delicioso e lindo!"

Fabio Vizonni (www.musicaeletra.com.br) "Pegue dez grandes sucessos de uma cantora mundialmente conhecida. Leve ao estúdio e deixe de molho por pouco tempo, de modo que a casca "cool" que as envolve não se desprenda por inteiro. Em seguida, coloque-as em um liqüidificador, com doses generosas de temperos brasileiros: samba, xote, afoxé, ciranda. Adicione violões, baixos, percussões, cuícas e muitos vocais, para dar liga ao elemento do toque final: a interpretação. Bata em velocidade máxima e sirva a vontade". A brincadeira acima sugere uma possível "receita para fazer um CD de sucesso", se é que ela existe. O importante é que no álbum o cantor fugiu da obviedade das "fórmulas" que assolam um mercado fonográfico há tempos em crise, (leia-se gravar composições próprias e reler grandes sucessos de outros autores) criando um disco surpreendente, do início ao fim.

Crítica do jornalista Mauro Ferreira (O Dia)"A (boa) idéia foi trazer 10 músicas da obra sensual da compositora nigeriana Sade para o universo musical brasileiro."

Paulo Márcio (O Fluminense) "... A personalidade do trabalho é reforçada pela voz marcante de barítono de João... antes de qualquer coisa, um disco que se arrisca a soar caricato, mas que acaba ganhando o ouvinte pela qualidade sonora e interpretativa, resultante do capricho e seriedade com que foi feito. Puristas, tapem os ouvidos."

Beto Feitosa (ziriquidum.com e UOL)"O balanço na voz não deixa dúvidas: o som de João Pinheiro é brasileiríssimo."

Márcio Paschoal (JB e Jornal das Gravadoras) "...o cantor apimenta e reconstrói os hits da cantora Sade... João recria, com sua versatilidade e ritmo, a atmosfera cool e jazzística de Sade."

Fábio Júdice (Multshow/TeleBlog) "O carioca João Pinheiro acabou de lançar um CD interessante e diferente onde ele dá uma versão vocal e instrumental bem brasileira para as músicas da Sade."

Faustão (site: YOUTUBE) http://www.youtube.com/watch?v=3xem78zlzRI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por tudo que imito desde moleque/adolescente: Caetano Veloso, Jorge Ben, Cazuza, pela atitude no palco e em disco: Secos e Molhados, Michael Jackson, pela disciplina e pelo lado pirotécnico da coisa.

 

 

Luanda Cozetti, Sylvia de Galhardo, Andréa Dutra, Patrícia Mellodi, Crikka Amorim, Sylvio de Oliveira, Elisa Queirós, Eliana Printes, Selma Gillet, Arícia Mess e Ruby. Gosto também da Vanusa e digo sempre aos meus amigos às segundas feiras: soltemos a Vanusa que temos dentro de cada um de nós: "eu quero sair, eu quero falar, eu quero ensinar o vizinho a cantar, nas manhãs de setembro!". Admiro o trabalho coerente e artístico de Marina Lima, Maria Bethânia, Adriana Calcanhotto, Lenine e Ana Carolina. O que amo: Elis Regina, Prince, Marisa Monte e Roberto Carlos (70').

 

Kings of Convenience, Zuco, Coldplay, Muse, Stereophonics, Gorillaz, George Michael, Seal, Sade, Tina Turner, Nina Simone, Etta James, Dinah Washington, Madonna, pela disciplina e pelo lado "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço" da coisa. O que amo: Ella Fitzgerald.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LAPSOS

Autoria: João Pinheiro
Interpretação: João Pinheiro

ÁGUA DE POÇO

 

 

Autoria: João Pinheiro / Gil Barata
Interpretação: João Pinheiro / Participação Especial: Elisa Lucinda

PRO MEU AMOR PARAR DE FUMAR

Autoria: João Pinheiro / Alexandre Loro
Interpretação: João Pinheiro222222

 

 

 

 

 

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